quarta-feira, 17 de abril de 2013
Adivinha, doutor?
E em meio ao caos resolvi parar e escrever (sintomas de Gisellysmo). Sem saber por onde começar, ou se começar, fechei os olhos e me veio um rosto em mente, para ser mais exata um sorriso. Não sei ao certo de quem, parecia uma mistura em fração de segundos. Me peguei sorrindo também e logo abri os olhos.
Que coisa estranha é o coração da gente, um dia vazio, outro cheio, um dia transbordando e em outro semi-árido como o nordeste.
Enfim, mais uma vez, apenas palavras jogadas no bloco de notas enquanto um coração bate e tentando respirar em meio a fumaça que sufoca.
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